NEPAL E BUTÃO

Impacto Cultural:
8/10
Rítmo da Viagem:
9/10
Nível de Conforto:
7/10
29 Nov. a 11 Dez. 2020

VIAGEM BUDISTA

Uma viagem de peregrinação e contemplação por alguns dos lugares sagrados do Vale de Catmandu e pelo Butão – um misterioso reino cravado nos Himalaias. Durante este programa, para além dos lugares que vamos visitar e experiências profundas que vamos ter, vamos ainda estudar o texto “A Aspiração de Mahamudra”, de Rangjung Dorje, o Terceiro Karmapa, sob a orientação de Paulo Borges que acompanhará esta jornada.

Esta não é uma viagem turística, é uma oportunidade para estarmos em contacto com os preciosos ensinamentos de Buda, para praticarmos meditação, visitarmos lugares sagrados e descobrirmos a cultura, gastronomia e tradições butanesa, nepalesa e tibetana.

Programa de Viagem

  • Datas: 29 Novembro a 11 Dezembro 2020
  • Convidado especial: Paulo Borges
  • Alojamentos: Guest House de Mosteiro no Nepal (6 noites) + Hotéis no Butão (4 noites) + Homestay no Butão (2 noites)
  • Refeições: Vegetarianas
  • Incluído: Voos internacionais do Nepal para o Butão (ida e volta) + Visto para Butão + Taxa diária de desenvolvimento sustentável no Butão + Alojamento 6 noites no Nepal + Alojamento 6 noites no Butão + 3 refeições vegetarianas diárias + Transportes locais + Guia local no Butão + Todas as visitas e atividades do programa + Sessões de Meditação e Estudo c/ Paulo Borges + Acompanhamento por 2 viajantes experientes.
  • Não incluído: Voos internacionais para Catmandu (apoiamos na escolha dos voos) + Seguro de Assistência em Viagem (obrigatório) + Visto para Nepal (valor à data: 30 USD) + Despesas de carácter pessoal + Gorjetas e donativos
  • Investimento: 3.390€ (990€ na inscrição)

Durante esta experiência, vamos aprofundar a prática e estudo do Dharma de Buda, explorar lugares sagrados e meditar onde alguns mestres atingiram o conhecimento e iluminação perfeitos, estar em contacto com as comunidades monásticas e participar dos seus rituais, conviver com a população local de costumes tradicionais e conectarmo-nos profundamente com a natureza (e especialmente com a nossa natureza – interior – mais profunda).

Esta é uma intensa peregrinação de encontro ao Budismo Tibetano e Butanês onde vamos:

  • Fazer circum-ambulações à volta de um imponente Stupa, considerado o Templo Budista mais sagrado do mundo fora do Tibete;
  • Receber preciosos ensinamentos, dados por Lamas que vamos encontrando nos diferentes Mosteiros;
  • Visitar grutas sagradas onde Padmasambhava, o precioso Mestre, esteve em meditação;
  • Testemunhar a morte – uma forma de contemplar a impermanência – num crematório Hindu;
  • Fazer uma caminhada introspetiva no meio da natureza até uma Gompa onde vivem algumas monjas quase isoladas;
  • Visitar o local onde uma anterior encarnação de Buda deu o seu próprio corpo para alimentar uma família de tigres famintos;
  • Umas vezes, fazer as refeições onde os locais e os monges comem (em restaurantes locais e mosteiros), outras vezes em restaurantes mais sofisticados;
  • Ter a sensação de voar pelo topo do mundo, numa viagem de avião por entre os Himalaias;
  • Aterrar naquele que é considerado um dos países mais misteriosos (e mágicos) do mundo;
  • Visitar uma gigante estátua de Shakyamuni, que teve origem numa profecia de Padmasambhava;
  • Beber água fresca de nascentes sagradas que se diz terem poderes curativos, abençoadas por um Mestre da Escola Nyingma;
  • Conviver com uma família simples, tradicional, que vive num vale que parece encantado;
  • Visitar o Ninho do Tigre, o mais famoso templo do Butão;
  • Tomar um tradicional banho Butanês de pedras quentes;
  • Regressar a casa com motivação renovada para prosseguirmos no caminho do Dharma.

Itinerário

Chegada a Catmandu de manhã e transfer para o alojamento. Check-in na Guest House do Mosteiro onde vamos ficar alojados nas próximas quatro noites.

Depois do almoço, temos uma reunião de grupo e o primeiro contacto com a cultura Tibetana, aqui tão presente. Damos um passeio a pé por Boudhanath, onde existem mais de 50 Gompas (Mosteiros Budistas Tibetanos) e ficamos a conhecer esta zona tão especial, local de peregrinação, onde vivem também tantos refugiados.

Aqui, tudo se passa à volta de um imponente Stupa, considerado o Templo Budista mais sagrado do mundo fora do Tibete. Diz-se que Guru Padmasambhava renasceu aqui, numa vida anterior, ensinando como seguir o Dharma e espalhando a paz por toda a parte. Este Stupa simboliza a materialização da sabedoria de todos os Budas e contém inúmeras relíquias de mestres do passado.

Ao final do dia, juntamo-nos às centenas de pessoas que fazem circum-ambulações e orações, como forma de meditação e purificação do karma. Admiramos o Stupa que domina o horizonte e que ainda parece mais bonito ao anoitecer, iluminada por tantas velas e luzes. Jantamos e recolhemo-nos.

Alojamento: Guest House *** | Horas em viagem: 00:30 (estimativa)

Tendo como base Boudhanath, durante os próximos três dias vamos visitar alguns mosteiros, grutas e outros lugares sagrados. Temos a oportunidade de participar em pujas e outras cerimónias, em ambiente tradicional. E, sempre que possível, recebemos preciosos ensinamentos sobre o Dharma, dados por Lamas.

Meditamos ao amanhecer e temos também algumas sessões com Paulo Borges, que nos vai acompanhar durante esta viagem, conduzindo práticas, sessões de estudo do texto Natural Liberation, de Guru Padmasambhava, e explicações sobre os lugares que vamos visitar.

Podemos assistir à Puja matinal no Mosteiro onde estamos, diariamente às 5h da manhã.

Algumas refeições são feitas em pequenos restaurantes locais, onde saboreamos tanto comida Tibetana, como comida Nepalesa (sempre vegetariana e tradicional). Outras em restaurantes mais sofisticados, onde temos outo tipo de experiências. Nos restaurantes pequenos familiares, alguns de aspeto sujo para os nossos padrões ocidentais, serve-se aquela que é para nós a melhor comida. Isto, se não tivermos em conta a dos Mosteiros, onde também vamos fazer algumas refeições, que é sempre simples, mais saudável e para paladares mais apurados, deliciosa. Alimentarmo-nos de forma simples é extremamente benéfico, quer para o corpo, quer para treinarmos a mente.

A seguir ao pequeno-almoço, temos a primeira sessão de estudo com Paulo Borges. Depois do almoço – comemos na cantina do Mosteiro onde fica a Guest House onde estamos alojados -, fazemos uma caminhada até às grutas de Tilopa e Naropa, onde podemos entrar e sentar durante algum tempo em meditação, absorvendo a energia deste lugar. Aqui, Naropa recebeu treinos e ensinamentos do seu Guru, Tilopa, atingindo o conhecimento e iluminação perfeitos.

As grutas ficam em frente ao sagrado rio Bagmati. Para chegarmos até aqui, tivemos de entrar num complexo Hindu, Património Mundial da Unesco, que visitamos. Não podemos entrar no templo principal (exclusivo a Hindus), mas visitamos os outros pequenos templos, grande parte deles dedicados a Shiva.

Nos Ghats – degraus que levam ao rio -, ardem corpos a céu aberto. Estamos perante um crematório Hindu, onde as famílias assistem à total cremação dos corpos dos seus familiares, que se transformam em cinza em algumas horas. Algumas mulheres gritam, outras desmaiam e são levadas em braços. Testemunhamos a morte, uma forma de contemplar a impermanência. Mas estamos também cercados pela vida: há quem lave um saree no rio, os macacos roubam alguma coisa, os cães bebem água do rio, os Sadhus – ascetas yogis – mendigam. Regressamos a pé a Boudhanath, jantamos e recolhemo-nos.

Alojamento: Guest House ***

Dirigimo-nos a Pharping a seguir ao pequeno-almoço, cujos tibetanos conhecem por Yangleshö. Visitamos as grutas sagradas onde Padmasambhava, o precioso Mestre, esteve em meditação. Passamos aqui algum tempo a absorver a energia do local. Diz-se que Guru Rinpoche alcançou, aqui, um elevado nível de realização. Atualmente, existe um mosteiro junto à gruta principal, onde são feitos os tradicionais retiros de três anos. Para além das grutas, visitamos um pequeno santuário que contém uma representação auto-surgida de Tara.

Depois do almoço, viajamos até Patan onde chegamos a tempo de um passeio a pé por esta cidade peculiar com milhares de viharas. Longe da praça principal, percorremos ruelas e becos e descobrimos a arquitectura do Budismo Newar, tão diferente do que vimos até agora.

Jantamos em casa de uma família Nepalesa, sentados no chão, como tradicionalmente se come na região dos Himalaias. Comemos Dal Bhat, a comida típica do Nepal, composta por arroz, lentilhas (dal) e caris de legumes. Podemos comer com as mãos como é típico ou então, se preferirmos, com talheres. Enquanto saboreamos esta refeição, ficamos a saber mais sobre esta família, o seu estilo de vida e cultura. E partilhamos, também nós, como vivemos por cá.

Regressamos a Boudhanath e recolhemo-nos cedo, tal como em todos os dias deste programa.

Alojamento: Guest House ***

Horas em viagem: 05:00 (estimativa)

Começamos o dia com uma sessão de meditação e, após o pequeno-almoço, saímos em direção a um parque natural. Depois de uma caminhada introspetiva de cerca de 1 hora, na natureza, só a escutar o silêncio e os sons da vida animal, chegamos a um mosteiro isolado, onde vivem algumas monjas, muitas delas ainda crianças.

Almoçamos na cantina deste Mosteiro, com a comunidade monástica, por entre olhares e risos curiosos e simultaneamente envergonhados. A comida é simples (arroz, caril e dal), mas saudável, como costuma ser a comida dos mosteiros.

Passamos algum tempo aqui, em contemplação, temos mais uma sessão de estudo com Paulo Borges. Observamos os macacos e as estratégias que as Monjas encontraram para conviver com eles. Ao fim do dia, voltamos a descer por entre a natureza, em direção ao “mundo real”.

Jantamos e recolhemo-nos.

Alojamento: Guest House ***

Horas em viagem: 05:00 (estimativa)

Dificuldade caminhada: Fácil

Partimos de manhã cedo para Namo Buddha, o lugar onde se diz que uma anterior encarnação de Buda deu o seu próprio corpo para alimentar uma família de tigres famintos. Visitamos o Mosteiro que hoje existe aqui, almoçamos com os Monges e recebemos ensinamentos. Ao final do dia, partimos para Boudhanath.

Alojamento: Guest House ***

Horas em viagem: 06:00 (estimativa)

De manhã, temos mais uma sessão de estudo com Paulo Borges. Depois, dirigimo-nos ao aeroporto e dizemos “até já” ao Nepal. Vamos, finalmente, para o Butão, o país que se regere por índices de Felicidade Interna Bruta (FIB) em vez de dar mais importância ao Produto Interno Bruto (PIB).

Depois de uma surpreendente viagem por entre as cordilheiras dos Himalaias, onde temos a sensação de estarmos no topo do mundo, aterramos a este país tão especial e místico.

Percebemos, logo no aeroporto, como o Butão é bem diferente de tudo aquilo que já conhecemos (e tão diferente do que vimos no Nepal). Mas, se estivermos atentos, vamos perceber que existem muitos mitos que chegam até nós sobre este que é considerado o “Reino da Felicidade”. E que talvez Shangri-la não possa existir, pelo menos neste mundo actual.

À saída do aeroporto, somos recebidos calorosamente pelo nosso guia com um “Kuzuzampô-la” – a saudação tradicional Butanesa. O guia e motorista que nos vão acompanhar durante os próximos dias envergam o traje masculino tradicional, o Ghô – uma espécie de “kimono” até aos joelhos. Descobrimos rapidamente que todas as pessoas usam esse traje – ou a Kira, no caso das mulheres – no dia-a-dia, quando estão a trabalhar, ou quando vão a locais sagrados.

Viajamos até Thimphu, onde chegamos ao final da tarde. Jantamos num Centro de Dharma desconhecido pelos turistas (oportunidade rara neste país onde o turismo é bastante controlado). Participamos em alguns rituais e cerimónias.

Alojamento: Hotel ***

Horas em viagem: 03:00 (estimativa)

Hoje vamos visitar um dos mais antigos Mosteiros do Butão. Temos de fazer uma caminhada de cerca de 1h30 para lá chegar ao topo, mas vale a pena – até pelo caminho, que é inspirador. Durante o nosso percurso, encontramos várias frases com importantes ensinamentos, que nos podem ajudar a manter o estado mental correcto.

Na descida, visitamos um minúsculo templo cravado na pedra. Para chegarmos até ele, temos de entrar dentro da rocha, por escadas de madeira construídas em estreitos caminhos. Entramos numa gruta de meditação, onde somos avisados que só os virtuosos conseguem passar. Chegamos ao templo, que fica por baixo de um outro templo secreto ao qual não temos acesso. Sentamo-nos, aqui, em meditação.

Regressamos a Phimphu para almoçar e visitar um Stupa, onde muitos Butaneses vão diariamente fazer as suas práticas (mantras, prostrações, kora). Esta é uma das estruturas Budistas mais visíveis de Thimphu, visitada por milhares, turistas e locais.

Dirigimo-nos depois para Punakka, onde vamos pernoitar.

Alojamento: Hotel ***

Horas em viagem: 04:00 (estimativa)

Dificuldade caminhada: Média

Depois da habitual sessão de meditação e do pequeno-almoço, dirigimo-nos para uma pequena vila, onde podemos fazer algumas compras. A seguir, visitamos um templo dedicado à fertilidade, de um mestre não convencional, Drukpa Kunley, conhecido também por “Divine Madman”. Explicam-nos as práticas e rituais que são feitos aqui, tão diferentes dos habitual. Fazemos girar moinhos de oração (aliás, como tantas vezes durante esta viagem), uma prática que se for feita com o estado mental correcto, pode trazer inúmeros benefícios.

Fazemos um piquenique junto ao rio e, depois, visitamos o Punakha Dzong, um dos edifícios mais impressionantes do mundo. A seguir a esta visita, continuamos a viajar, em direção à HomeStay onde vamos jantar e ficar alojados nas próximas duas noites.

As HomeStays são casas simples de famílias que recebem hóspedes. Estamos num vale encantador, onde as habitações mantêm a arquitectura tradicional – como quase todas no Butão. Aqui não temos grande conforto, nem sequer há água quente a sair da torneira (trazem-nos baldes de água quente, a pedido, quando o frio não supera a vontade de tomar banho). Sentamo-nos no chão da sala, como se fôssemos da família, conversamos, fazemos perguntas, respondemos a questões, enquanto bebemos uma chávena de chá bem quente e esperamos pelo jantar.

Alojamento: Homestay

Horas em viagem: 05:00 (estimativa)

Tomamos o pequeno-almoço na HomeStay e, a seguir, vamos até um Mosteiro, onde nos encontramos com um Monge que nos vai orientar e acompanhar durante o dia de hoje. Aqui, assistimos a um ensinamento sobre o Dharma de Buda, almoçamos e, se for um dia auspicioso, penduramos algumas Bandeiras de Oração.

Visitamos alguns locais sagrados secretos, relacionados com um Mestre da Escola Nyingma do Budismo Tibetano. Bebemos um pouco de água fresca de nascentes que nos dizem ter poderes curativos. Os animais andam soltos, tranquilamente pastam e vagueiam, sem medo. Nós passamos por entre eles e dirigimo-nos até uma floresta onde podemos contemplar uma árvore mais imponente do que todas as outras, sagrada. E que dizem estar… invertida. Fazemos algumas circum-ambulações em torno da árvore, contemplamos e regressamos.

De seguida, visitamos o pequeno e simples Mosteiro da aldeia, onde estão conservadas algumas relíquias. No final, voltamos à Homestay para mais uma sessão de estudo com Paulo Borges. Jantamos, sentados no chão da sala de refeições, e recolhemo-nos.

Alojamento: Homestay

Horas em viagem: 01:00 (estimativa)

Saímos bem cedo, depois de nos despedirmos calorosamente da acolhedora família que tão bem nos recebeu.

Dirigimo-nos a Paro. A meio da viagem, paramos para almoçar com vista para as cordilheiras dos Himalaias, que são visíveis em dias de céu limpo. Depois, continuamos a nossa viagem até um amplo complexo com uma gigante estátua de Buda Shakyamuni, a maior do mundo na posição sentado. Segundo uma profecia de Padmasambhava, uma estátua de Shakyamuni seria construída na região entre Wong e Paro, concedendo bênçãos de paz e harmonia ao mundo.

Ao final do dia, chegamos a Paro, para jantar.

Alojamento: Homestay

Horas em viagem: 06:30 (estimativa)

Dificuldade caminhada: Média

Partimos de manhã bem cedo para uma caminhada até ao Ninho do Tigre, o mais famoso templo do Butão. Este sagrado complexo foi construído na gruta onde se diz que Guru Padmasambhava meditou durante três anos, três meses, três semanas, três dias e três horas, no século VIII.

A caminhada não é fácil, mas lentamente, com tranquilidade, conseguimos. Quanto mais nos aproximamos e começamos a ver o Ninho do Tigre, mais motivados ficamos. Finalmente chegamos ao topo, depois da reta final por uma escadaria que primeiro desce – aliviando – e depois sobre – desafiando mais um pouco. Visitamos calmamente todo o complexo e temos alguns momentos para sentar e meditar.

Regressamos pelo mesmo caminho, paramos para almoçar, e de seguida visitamos outro Mosteiro, um dos mais antigos templos do Butão, onde se acredita que Padmasambhava escondeu muitos tesouros espirituais.

Para terminar este dia intenso, vamos até uma quinta onde podemos tomar um tradicional banho de pedras quentes. Podemos relaxar, beber um chá e, até, experimentar tiro ao arco, o desporto nacional do Butão.

Alojamento: Hotel ***

Horas em viagem: 1:30

Dificuldade caminhada: Elevada

Depois do pequeno-almoço, temos algum tempo livre em Paro, para as últimas compras, antes de partirmos para o aeroporto. Despedimo-nos do Reino do Butão, depois de alguns dias intensos, mas muito significativos.

Aterramos em Catmandu ao início da tarde e dirigimo-nos para Boudhanath, ficamos na mesma Guest House onde já estivemos antes. Temos algumas horas livres para relaxar, antes do jantar de despedida.

Alojamento: Guest House ***

Horas em viagem: 00:30 (estimativa)

De manhã, temos a última sessão de estudo, almoçamos pela última vez na cantina com as monjas e damos por terminado o programa.

Partimos com motivação renovada para prosseguirmos o caminho do Dharma.

Convidado especial: Paulo Borges

Paulo Borges segue a via do Buda desde 1983 segundo as tradições Nyingma e depois Kagyu do budismo tibetano, tendo actualmente como principal mestre Mingyur Rinpoche.

Integra a partir de 2012 os ensinamentos de Thich Nhat Hanh da escola Linji (Rinzai) do budismo Ch’an / Zen. É também aluno do médico e professor budista tibetano Nida Chenagtsang.

Integra os programas de formação da Comunidade Internacional de Meditação Tergar, sob a orientação de Mingyur Rinpoche. Co-coordenador do Grupo de Prática Tergar de Lisboa.

Professor de meditação e filosofia budista desde 1999, tem orientado centenas de aulas, cursos, workshops e retiros em todo o país. Professor de Filosofia da Religião, Pensamento Oriental e Filosofia e Meditação na Faculdade de Letras Universidade de Lisboa.

Professor de Medicina e Meditação na Faculdade de Medicina da Universidade de Lisboa. Cofundador e ex-presidente da União Budista Portuguesa (2002-2014). Ex-presidente e membro da Direcção da Associação Agostinho da Silva. Vice-Presidente da Mesa da Assembleia Geral da Sociedade de Ética Ambiental. Cofundador e presidente do Círculo do Entre-Ser. Cofundador e presidente da MYMA, Associação para a Cultura Contemplativa. Cofundador dos Projectos Visão Pura e Viagens do Despertar.

Tradutor de livros budistas e autor e organizador de 54 livros, entre os quais O Budismo e a Natureza da Mente (2006, com Carlos João Correia e Matthieu Ricard), O Buda e o Budismo no Ocidente e na Cultura Portuguesa (organizador, com Duarte Braga) (2007), Descobrir Buda (2010), Quem é o Meu Próximo? (2014), O Coração da Vida. Visão, meditação, transformação integral (guia prático de meditação) (2015), Do Vazio ao Cais Absoluto ou Fernando Pessoa entre Oriente e Ocidente (2017), Meditação, a Liberdade Silenciosa. Da mindfulness ao despertar da consciência (2017), Vazio e Plenitude ou o Mundo às Avessas (2018) e O Sorriso do Buda (2020).

Notas: 1) Este programa está sujeito a alterações, dependendo de condicionantes relacionadas com factos alheios à organização, não perdendo, no entanto, nunca a sua essência. 2) Esta viagem será acompanhada por Paulo Borges e Daniela Velho. Caso por motivos de força maior não possam acompanhar o grupo, serão substituídos por outros professores / líderes de viagem, com características e valores equivalentes, que cumprirão as funções previstas, mantendo-se o programa de viagem. 3) Todas as actividades mencionadas estão incluídas no programa, assim como os transportes para as mesmas. 4) As roupas utilizadas, em todos os locais onde vamos estar, assim como a conduta de cada viajante, devem respeitar os costumes e a cultura local. 5) Esta viagem, pelas suas características, é destinada apenas a praticantes, que de alguma forma já estejam familiarizados com o Dharma de Buda. 6) Somos uma empresa comprometida com uma politica de Turismo Sustentável, assim pedimos que seja um viajante consciente, que leia as nossas recomendações (aqui) e que siga as sugestões relacionadas com sustentabilidade que serão dadas antes e durante esta peregrinação. 7) As viagens que organizamos são exclusivamente vegetarianas. Quando as refeições são feitas em sistema buffet, por vezes existem opções não vegetarianas que não são para o nosso grupo. Quando isso acontecer, pedimos que respeite o cariz vegetariano da viagem e que opte apenas por alimentos que não incluam nem carne, nem peixe.

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