PEREGRINAÇÃO BUDISTA

Impacto Cultural:
8/10
Rítmo da Viagem:
9/10
Nível de Conforto:
6/10

PELO CAMINHO DE SIDDHARTHA

Viagem à Índia c/ Paulo borges - 29 Out. a 12 nov. 2023

“Digam ao mundo que uma pessoa comum, Siddhartha, veio a este mundo, atingiu a iluminação, ensinou o caminho para o despertar, e não se tornou imortal, mas entrou em parinirnava.” ~ Buda Gautama

Uma peregrinação pelos locais sagrados do budismo que estão associados diretamente à vida de Siddhartha Gautama. Vamos passar pelos lugares onde o Buda Histórico ensinou a primeira, a segunda e a terceira roda do dharma, sítios onde praticou durante meses ou anos, o local onde entrou em parinirvana e onde atingiu a iluminação.

Esta não será apenas uma viagem no tempo até há 2.600 anos, será também – e especialmente – uma viagem atual e interior onde vamos percorrer aspetos da nossa visão do mundo, conduta e hábitos.

Durante 15 dias, numa peregrinação com estudo e prática com Paulo Borges, vamos percorrer os lugares sagrados da vida de Siddhartha Gautama e ter contacto com a Índia – o que só por si já é um ensinamento.

PROGRAMA: PEREGRINAÇÃO BUDISTA À ÍNDIA

  • Datas: 29 Out. a 12 Nov. 2023
  • Duração: 15 dias
  • Convidado especial: Paulo Borges
  • Alojamentos: Guest Houses e Hotéis
  • Refeições: Vegetarianas
  • Incluído:
  • Alojamento 14 noites + 3 refeições vegetarianas diárias + Transportes terrestres + 2 Voos Internos + Atividades do programa + Fees de entrada em monumentos + Acompanhamento por Paulo Borges com estudo do Dharma de Buda e Prática de Meditação + Acompanhamento por 2 líderes de viagens experientes + Seguro de Assistência em Viagem c/ cobertura Cancelamento
  • Não incluído: Voos internacionais para Delhi (apoiamos na escolha dos voos) + e-Visa / Visto (25 USD à data de hoje) + 2 almoços e 1 jantar + Despesas pessoais, donativos e gorjetas
  • Investimento: 2.390€ (pagamento em parcelas)

Nesta peregrinação, vamos estar em contato com a cultura e com a tradição indiana que colocou todo o seu foco na busca do crescimento interior, estudando a possibilidade de se transcender este patamar de existência mundana.

Rica em sabedoria espiritual, a Índia clássica contemporânea do Buda, presenteou toda a humanidade com conhecimento sobre a natureza da mente e da realidade, desafiando os limites da imaginação.  Mesmo para os olhos do Ocidente, só nos dias de hoje muitos destes conceitos e formas de ver a realidade começam a ser digeríveis e, até, de alguma forma enquadráveis numa perspetiva científica.

Esta é uma viagem destinada a praticantes, que de alguma forma já estejam familiarizados com o Dharma de Buda.

Uma peregrinação Budista pela rota clássica onde vamos:

  • Explorar Varanasi, onde observamos a vida (e a morte), tal como ela é;
  • Absorver a energia do sagrado Rio Ganges, num passeio de barco, ao nascer do dia;
  • Fazer circum-ambulações em volta da Stupa onde foi proferido o primeiro discurso de Buda sobre As Quatro Nobre Verdades;
  • Visitar as ruínas de um mosteiro onde se diz que Buda passou muitas monções com a sua sangha monástica;
  • Recordar a infalibilidade da impermanência, no local onde Buda entrou em parinirvana;
  • Explorar o Pico dos Abutres, onde Buda deu ensinamentos sobre a Realidade Última, ler o Sutra da Essência da Sabedoria Transcendente e recitar o seu mantra;
  • Visitar as ruínas de Nalanda, uma das mais antigas universidades do mundo, onde estudaram e ensinaram grandes sábios e seres realizados;
  • Sentar em meditação na árvore de Bodhi, onde Siddhartha transcendeu todas as aflições mentais, atingindo a iluminação;
  • Constatar que não há despertar sem a experiência de sofrimento;
  • Recolher inspiração para prosseguirmos no caminho do Dharma.


Itinerário

Chegada a Delhi, a capital da Índia e transfer para o Hotel.

Alojamento: Hotel ***

As refeições deste dia são livres, não incluídas

Depois do pequeno-almoço, temos um voo doméstico que dará início a esta peregrinação.

Chegamos à inolvidável Varanasi, onde podemos contemplar a vida (e a morte), tal como ela é. Considerada uma das cidades mais antigas do mundo, Banares – como também é conhecida –, prosterna-se perante o rio Ganges, com os seus imponentes ghats.

Jantamos e adormecemos já imbuídos pela forte energia da Índia que aqui se faz sentir tão intensamente.

Alojamento: Hotel ***

Horas em viagem: 01:25 voo doméstico + 02:00 transporte terrestre (estimativa)

Almoço no aeroporto não incluído

Temos a oportunidade de absorver a energia de Varanasi, o que pode ser, por si só, um ensinamento. Fazemos um passeio a pé conduzido por um guia local, pelas ruelas, ghats e pelo crematório de Old Varanasi.

Varanasi é vida que fervilha nas ruas, no trânsito, nas gentes, nos animais, no ar que se respira. Mas é também morte: para os Hindus, morrer e ser cremado em Varanasi é uma das maiores bênçãos que se pode alcançar em vida. Aqui, a morte pode estar ao virar da próxima esquina. E é também isso que torna este lugar tão forte e especial.

Terminamos a manhã a almoçar street food emblemática desta zona da Índia. Na zona antiga de Varanasi, tradicionalmente só é permitida comida vegetariana.

Exploramos os templos de Varanasi, as ruas com todas as suas cores vivas, odores intensos, confusão e magia intemporal. Deambulamos pelos ghats, observamos os homens que lavam a roupa, sentamo-nos a admirar as vacas que se refrescam no rio, contemplamos os Hindus que mergulham nestas águas abençoadas. Tentamos absorver a mística desta Índia que pode ser tão impactante. Temos a primeira sessão de introdução ao tema desta Peregrinação com Paulo Borges.

Ao final do dia, se quisermos assistir ao Aarti, uma cerimónia Hindu que se realiza aqui diariamente, dirigimo-nos para o ghat principal. Fogo, música e dança, onde Shiva é alvo da devoção dos seus fiéis, fazem parte desta celebração que atrai centenas de pessoas. Somos mais uma dessas pessoas, no meio da multidão, entre locais, turistas e devotos.

Alojamento: Hotel ***

Acordamos muito cedo, antes dos primeiros raios de sol. Isto porque hoje vamos ver o nascer do dia de um barco no Ganges, caso o nível de água permita[1].

Os ghats têm outra beleza vistos desta perspetiva e este será um momento que, provavelmente, ficará para sempre nas nossas memórias. Se o caudal do Ganges estiver muito elevado e não permitir o passeio de barco, veremos o nascer do sol desde os ghats.

Após o pequeno-almoço rumamos a Sarnath. Para um peregrino genuíno, este é um dos momentos mais significativos desta jornada: estar no local onde o Dharma foi ensinado pela primeira vez na nossa Era.

É dito que a primeira roda do Dharma começou, não quando Buda proferiu as primeiras palavras, mas quando a primeira pessoa compreendeu as suas palavras. Este discurso, o seu primeiro, sobre As Quatro Nobre Verdades, aconteceu aqui, no Parque dos Veados em Sarnath. Após a sua iluminação, Buda percorreu longos quilómetros desde Bodhgaya – que vamos visitar daqui a uns dias – até aqui, para ensinar os seus antigos companheiros, com quem tinha uma profunda ligação.

Fazemos circum-ambulações em volta da Dhamekh Stupa, que marca o local onde Buda ensinou e, se o tempo assim o permitir, sentamo-nos, estudamos e meditamos em conjunto.

À tarde, visitamos um Instituto Superior de Estudos Tibetanos, onde almoçamos, e, caso se proporcione assistimos a uma Dharma Talk.

Regressamos, depois, a Varanasi, onde passamos mais uma noite.

Alojamento: Hotel ***

Horas em viagem: 02:00 (estimativa)

[1] O passeio de barco está dependente do nível de água do rio Ganges.

Após uma boa noite de descanso, meditação individual e aspirações para o dia, viajamos em direção a Sravasti, onde Buda passou algum tempo. A viagem é longa e pode ser extenuante… Este dia é passado entre a contemplação exterior (a paisagem) e a contemplação interior (os ensinamentos). Durante este dia temos a oportunidade de cultivar a paciência necessária para viajarmos tranquilamente.

Alojamento: Hotel ***

Horas em viagem: 10:00 (estimativa)

Estamos em Sravasti, onde se diz que Buda – tendo ensinado em muitos locais -, passou aqui muitas monções (a época das chuvas). Em Jetavana Vihara, liderou retiros com a sua sangha monástica. O que resta deste mosteiro, hoje, são apenas ruínas.

Acordamos antes do sol raiar e saímos de manhã bem cedo para visitarmos este local. Os peregrinos com quem nos cruzamos, que recitam sutras e fazem orações, lembram-nos da importância de estarmos num local como este. Um lugar onde noutros tempos o Dharma floresceu com todo o seu esplendor, sob a liderança de um ser totalmente realizado.

Não vamos querer sair daqui sem trazermos à mente que a única coisa importante nesta vida é praticar o Dharma, ou seja, entrar na aventura de conhecer os mistérios desta existência e cultivar um coração bondoso para com todos os seres que têm o potencial de sofrer, de ser felizes e de Despertar.

Partimos, depois para Kushinagar, onde vamos ficar uma noite.

Alojamento: Hotel ***

Horas em viagem: 07:30 (estimativa)

Visitamos o local onde Buda entrou em parinirvana e onde se diz que o seu corpo foi cremado. Estar aqui lembra-nos da infalibilidade da “Impermanência”, de que todos os fenómenos compostos estão sujeitos à mudança e de que nem o corpo de um Buda dura para sempre. Neste local interiorizamos esta verdade, vendo todos os aspetos da nossa vida como impermanentes e sentindo a leveza de, na realidade, nunca termos possuído nada e de, por isso mesmo, não haver nada a perder.

Depois, iniciamos viagem em direção a Vaishali, uma pequena vila rodeada por campos de arroz, bananeiras e pomares de mangas, onde chegamos ao final do dia.

Alojamento: Hotel ***

Horas em viagem: 06:00 (estimativa)

Vaishali foi o local onde o Buda girou a terceira roda do dharma (ensinou o terceiro conjunto de ensinamentos) na qual se aborda a natureza de buda ou consciência primordial que está intrinsecamente presente em nós e em todos os seres sencientes, e apenas precisamos de retirar os véus que a obscurecem.

Além disso Vaishali foi um lugar muito visitado por Buda. Aqui, no que um dia foi um importante Mosteiro, deu inúmeros ensinamentos aos seus discípulos, inclusivamente o seu último discurso. Nesse lugar, foi erguido pelo Imperador Ashoka um pilar com um leão, em memória desse último ensinamento.

Visitamos ainda o Shanti Stupa (World Peace Pagoda), construído com a intenção de propagar a paz pelo mundo, antes de partirmos para Rajgir onde vamos ficar duas noites.

Alojamento: Hotel ***

Horas em viagem: 06:00 (estimativa)

De manhã visitamos o Xuang Zang Memorial. Xuang Zang foi um monge chinês peregrino que fez 50 mil quilómetros sem mapa, em 17 anos, da China até à Índia. Visitou, entre muitos outros, os lugares sagrados que estamos a visitar, nesta peregrinação. Depois de regressar à China, passou 19 anos a traduzir 1.235 volumes com textos budistas com uma enorme concentração. É graças à sua dedicação e legado que hoje podemos fazer esta peregrinação.

Dirigimo-nos, depois, para o local onde se encontra o complexo de ruínas da Universidade de Nalanda, conhecida por ter sido um dos maiores centros de conhecimento mundiais. É considerada como uma das mais antigas universidades do mundo (foi fundada no século V d.C.). Se o mundo moderno inovou em matérias de conforto e tecnologia, a Índia clássica inovou e revolucionou em muitos aspetos a forma como habitualmente encaramos e vemos a realidade. Desafiando o intelecto, grandes mestres exploraram domínios de existência mais subtis e vieram a descobrir muitos mistérios da natureza da consciência. Deram ensinamentos intemporais e tão necessários para um mundo atual que urge por uma cura. Para além dos estudos budistas, também era aqui ensinada ciência, astronomia e astrologia, medicina, lógica, arte, literatura, yoga, vedanta, entre outras disciplinas. Grandes sábios e seres realizados da Índia ensinaram e estudaram aqui. São os casos de Nagarjuna, Aryadeva, Dharmakirti, Santideva, Atisha e Asanga. No seu apogeu, Nalanda teve dez mil alunos e dois mil professores.

Alojamento: Hotel ***

Horas em viagem: 01:30 (estimativa)

Perto de Rajgir, Buda ensinou um dos temas centrais no budismo Mahayana, girando a Segunda Roda do Dharma: a ausência de existência intrínseca dos fenómenos, também conhecida como vacuidade (Sunyata). Foi aqui que Buda deu os ensinamentos sobre a Realidade Última. E é precisamente aqui que passamos algum tempo, um local de extrema importância para os praticantes do Dharma.

Fazemos uma caminhada pelo Monte Gridhrakuta que nos leva ao Pico dos Abutres, logo pela manhã. Mas antes, passamos por duas grutas: a primeira onde Ananda atingiu o despertar e a segunda onde Sariputra se tornou um Arhat. Sentamo-nos por algum tempo na gruta de Ananda, um refúgio resguardado do caminho principal.

Continuamos a subir até um dos lugares preferidos de Buda: um silencioso penhasco, propício ao recolhimento, onde passou bastante tempo em meditação e ensinou o Sutra do Prajnaparamita (o Sutra da Transcendente Perfeição da Sabedoria). Sentamo-nos, também nós, em recolhimento e contemplação, depois de recitarmos este Sutra.

Descemos antes do almoço, numa caminhada silenciosa. Almoçamos e iniciamos a nossa viagem rumo a Bodhgaya.

Após mais um longo dia, entre visitas a lugares preciosos e estrada, chegamos ao nosso destino, a tempo do jantar. Assim como a beleza e o esplendor de uma flor de lótus necessita do lodo para existir, não há verdadeiro despertar sem a experiência de sofrimento: é isso que nos invade os sentidos quando chegamos a Bodhgaya.

Alojamento: Guest House de Centro de Dharma

Horas em viagem: 04:00 (estimativa)

Temos dois dias inteiros em Bodhgaya. Podemos visitar mais do que uma vez o MahaBodhi Temple, onde está uma descendente da árvore original de Bodhi.

Foi aqui que, sob uma figueira no que hoje é um imponente complexo, Siddhartha venceu todos os seus mais profundos medos e tentações, transcendendo todas as aflições mentais e atingindo a iluminação. Assim nasceu, na nossa era, o Caminho do Meio. Caminho esse que transcende todos os extremos possíveis. Fazemos circum-ambulações em volta do templo, prostrações, oferendas e sentamo-nos em meditação. Temos também tempo livre para explorar em grupo ou sozinhos.

Visitamos uma gruta onde se acredita que Siddhartha Gautama esteve em meditação, nos seus tempos de asceta rigoroso. Após seis anos de profundo asceticismo, Siddhartha compreendeu que a libertação não está no extremo do deleite nos prazeres dos sentidos, mas também não está na privação total de sustento.

Temos tempo para desfrutar tranquilamente deste lugar auspicioso, antes de regressarmos a Delhi.

Alojamento: Guest House de Centro de Dharma

Horas em viagem: 3:00 (estimativa)

Depois do pequeno-almoço, temos a sessão final de despedida, com Paulo Borges, onde dedicamos mérito para benefício de todos os seres. Despedimo-nos de Bodhgaya, cheios de inspiração.

Apanhamos um voo para Delhi ao início da tarde, vamos pernoitar numa das zonas mais centrais de Nova Delhi. Chegamos ao final do dia, a tempo de jantar.

Alojamento: Guest House *** (late check-out incluído)

Horas em viagem: 01:35 (voo local) + 2 horas (estimativa)

Fazemos uma tour por Mumbai, com o apoio de uma empresa social que apoia as comunidades locais. E descobrimos a cidade para além das atrações turísticas, como realmente vive a maioria da população e almoçamos em casa de uma família local.

A tarde é livre, podemos aproveitar para fazer as últimas compras, explorar a mítica Old Delhi, visitar um templo Sikh onde diariamente são servidas refeições gratuitas a todos sem exceção, independentemente da sua casta, religião, raça, género ou posição social, ou descobrir uma comunidade de refugiados tibetanos (uma pequena Dharamshala), entre outras possíveis experiências.

Ao final da tarde voltamos a encontrar-nos para o jantar de despedida.

O programa termina aqui, a seguir ao pequeno-almoço. Finalizamos esta viagem com a motivação renovada, inspirados por tantos lugares preciosos que visitamos.

Convidado especial: Paulo Borges

Paulo Borges tenta seguir a via do Buda desde 1983, segundo as tradições Nyingma e depois Kagyu do budismo tibetano, tendo como principal mestre Mingyur Rinpoche.

Líder de prática no Grupo de Prática Tergar Lisboa e presidente da Associação Tergar Portugal. Professor de meditação e filosofia budista desde 1999, tem orientado centenas de aulas, cursos, workshops e retiros em todo o país.

Professor de Filosofia da Religião, Pensamento Oriental e Filosofia e Meditação na Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa. Professor de Medicina e Meditação na Faculdade de Medicina da mesma Universidade. Cofundador e ex-presidente da União Budista Portuguesa (2002-2014). Cofundador e presidente da MYMA, Associação para a Cultura Contemplativa. Director, com Daniela Velho, do Santuário e Centro de Retiros Dewachen.

Tradutor de livros budistas e autor e organizador de 65 livros, entre os quais Descobrir Buda (2010), O Coração da Vida (2015), Meditação, a Liberdade Silenciosa (2017), O Sorriso do Buda. Uma introdução ao budismo (2020) e Presença Plena. Uma viagem meditativa, terapêutica e filosófica pelas cinco energias da Vida (2022).

 

POLÍTICA DE ENTRADA NA ÍNDIA covid-19

Viajantes de nacionalidade Portuguesa necessitam de:

    • Passaporte: com pelo menos 6 meses de validade e 2 páginas para carimbos em branco;
    • Visto: ETA / e-Visa de Turismo (Visto de Turismo 30 dias = 25USD à data de hoje);
    • COVID-19: Neste momento não é obrigatório apresentar nem Certificado de Vacinação, nem Teste PCR negativo.

Tem dúvidas?

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