Nepal e Butão - Viagem em grupo - Novembro 2019 - Macro Viagens
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NEPAL E BUTÃO


Impacto cultural: ★★★★★★★★☆☆
Nível de conforto: ★★★★★★★☆☆☆


Peregrinação e contemplação:

Uma viagem de peregrinação e contemplação por alguns dos lugares sagrados do Vale de Catmandu, no Nepal, e pelo misterioso Reino do Butão, cravado nos Himalaias, durante a qual iremos estudar o texto de Padmasambhava “Natural Liberation”, sob a orientação de Paulo Borges.

Durante este programa, vamos ter contacto próximo com a cultura Tibetana e Butanesa e aprofundaremos a prática e estudo do Dharma de Buda.

Vamos explorar lugares sagrados, meditar onde alguns mestres atingiram o conhecimento e iluminação perfeitos, estar em contacto com as comunidades monásticas e participar dos seus rituais, conviver com a população local de costumes tradicionais e conectarmo-nos profundamente com a natureza.

PROGRAMA DE VIAGEM

  • Datas: 28 Nov. a 11 Dez. 2019
  • Alojamento: Guest House de Mosteiro no Nepal (6 noites) + Hotéis no Butão (3 noites) + Homestay no Butão (2 noites)
  • Refeições: Vegetarianas
  • Lugares limitados: 8 a 10 pessoas
  • Tudo incluído: Voos internacionais para o Nepal + Voos internacionais para o Butão + Seguro de Viagem IATI Mochileiro + Visto para Butão + Taxa diária de desenvolvimento sustentável no Butão + Alojamento 6 noites no Nepal + Alojamento 5 noites no Butão + 3 refeições vegetarianas diárias (pequeno-almoço, almoço e jantar) + Transportes locais + Guia local no Butão + Todas as visitas e atividades do programa + Sessões de Meditação e Estudo c/ Paulo Borges + Donativos + Acompanhamento por 2 viajantes experientes.
  • Não incluído: Visto para o Nepal (valor indicativo: 30 dólares) + Despesas de carácter pessoal e gorjetas
  • Investimento: 3.790€

Esta não é uma viagem turística, é uma oportunidade de estarmos em contacto com os preciosos ensinamentos de Buda, de praticarmos meditação, de visitarmos lugares sagrados e de descobrirmos a cultura, gastronomia e tradições – tanto tibetana (no Nepal vamos estar nos lugares onde vivem as comunidades de refugiados), como butanesa. É uma viagem de peregrinação e contemplação ao Nepal e Butão.

Uma viagem onde vamos:

  • Ter momentos só de contemplação e imersão na natureza e nos lugares sagrados que vamos visitar;
  • Fazer circum-ambulações à volta de um imponente Stupa, considerado o Templo Budista mais sagrado do mundo fora do Tibete;
  • Comer onde os locais e os monges comem, refeições simples, mas deliciosas (em restaurantes locais e mosteiros);
  • Receber preciosos ensinamentos, dados por Lamas que vamos encontrando nos diferentes Mosteiros;
  • Visitar grutas sagradas onde Padmasambhava, o precioso Mestre, esteve em meditação;
  • Testemunhar a morte, uma forma de contemplar a impermanência, num crematório Hindu;
  • Fazer uma caminhada introspetiva até uma Gompa onde vivem algumas monjas quase isoladas, num mosteiro no meio da natureza;
  • Ter a sensação de viajar até ao topo do mundo, numa viagem de avião por entre os Himalaias;
  • Aterrar naquele que é considerado o país mais misterioso do mundo;
  • Visitar uma gigante estátua de Shakyamuni, que teve origem numa profecia de Padmasambhava;
  • Beber água fresca de nascentes sagradas que se diz terem poderes curativos, abençoadas por um Mestre da Escola Nyingma;
  • Conviver com uma família simples, tradicional, que vive num vale encantador;
  • Visitar o Ninho do Tigre, o mais famoso templo do Butão;
  • Tomar um tradicional banho Butanês de pedras quentes;
  • Regressar a casa com motivação renovada para prosseguirmos no caminho do Dharma.

Associação de solidariedade social apoiada neste programa: Street Dog Care (Nepal)

INSCRIÇÕES

ITINERÁRIO

Dia 1 - Portugal: Lisboa

Saída ao início da tarde de Portugal com destino ao Nepal.

Dia 2 - Nepal: Boudhanath

Chegada a Catmandu de manhã. Check in na Guest House do Mosteiro onde vamos ficar alojados nas próximas quatro noites.

Ao almoço, temos o primeiro contacto com a cultura Tibetana, aqui tão presente e com a sua deliciosa gastronomia. Damos um passeio a pé por Boudhanath, onde existem mais de 50 Gompas (Mosteiros Budistas Tibetanos) e ficamos a conhecer esta zona tão especial, local de peregrinação, onde vivem também tantos refugiados.

Aqui, tudo se passa à volta de um imponente Stupa, considerado o Templo Budista mais sagrado do mundo fora do Tibete. Diz-se que Guru Padmasambhava renasceu aqui, numa vida anterior, ensinando como seguir o Dharma e espalhando a paz por toda a parte. Este Stupa simboliza a materialização da sabedoria de todos os Budas e contém inúmeras relíquias de mestres do passado.

Ao final do dia, juntamo-nos às centenas de pessoas que fazem circum-ambulações e orações, como forma de meditação e purificação do karma. Admiramos o Stupa que domina o horizonte e que ainda parece mais bonito ao anoitecer, iluminada por tantas velas e luzes. Jantamos e recolhemo-nos.

Alojamento: Guest House *** | Horas em viagem: 00:30 (estimativa)

Dias 3 - Nepal: Boudhanath – Yangloshö – Boudhanath

Tendo como base Boudhanath, durante os próximos três dias vamos visitar alguns mosteiros, grutas e outros lugares sagrados. Temos a oportunidade de participar em pujas e outras cerimónias, em ambiente tradicional. E, sempre que possível, recebemos preciosos ensinamentos sobre o Dharma, dados por Lamas.

Meditamos ao amanhecer e temos também algumas sessões com Paulo Borges, que nos vai acompanhar durante esta viagem, conduzindo práticas, sessões de estudo do texto Natural Liberation, do Guru Padmasambhava, e explicações sobre os lugares que vamos visitar.

Podemos assistir à Puja matinal no Mosteiro onde estamos, diariamente às 5h da manhã.

Grande parte das refeições destes dias são feitas em pequenos restaurantes locais, onde saboreamos tanto comida Tibetana, como comida Nepalesa (sempre vegetariana e tradicional). Nestes restaurantes pequenos familiares, alguns de aspeto sujo para os nossos padrões ocidentais, serve-se aquela que é para nós a melhor comida. Isto, se não tivermos em conta a dos Mosteiros, onde também vamos fazer algumas refeições. Nos refeitórios dos mosteiros, a comida é sempre mais simples, saudável, e para paladares apurados, mais saborosa. Isto é extremamente benéfico, quer para o corpo, quer para treinarmos a mente.

Tomamos o pequeno-almoço e dirigimo-nos a Pharping, cujos tibetanos conhecem por Yangloshö. Visitaremos as grutas sagradas onde Padmasambhava, o precioso Mestre, esteve em meditação. Passamos aqui algum tempo a absorver a energia do local. Aqui, diz-se que Guru Rinpoche alcançou um elevado nível de realização. Atualmente, existe um mosteiro junto à gruta principal, onde são feitos os tradicionais retiros de três anos. É uma viagem que nos ocupa o dia inteiro, onde para além das grutas, visitamos um pequeno santuário que contém uma representação auto-surgida de Tara.

Regressamos a Boudhanath, a tempo do jantar e de nos recolhermos.

Alojamento: Guest House ** | Horas em viagem: 05:00 (estimativa)

Dias 4 - Nepal: Boudhanath – Pashupatinath - Boudhanath

A seguir ao pequeno-almoço e depois de uma sessão de estudo com Paulo Borges, saímos e visitamos a barraquinha de uma associação de apoio aos animais, em frente ao colorido Stupa de Boudhanath, onde os cães de rua tomam banho, são tosquiados, recebem vacinas e outros tratamentos, dados por voluntários e veterinários. Nesta zona, assim como por todo o Nepal, há muitos cães que vivem nas ruas. Aqui, muitos deles são tratados de uma forma bem diferente àquela a que estamos habituados: têm alguém que os alimenta, habitualmente o proprietário de uma loja ou restaurante, onde, não raras vezes, os cães podem entrar e sair livremente.

À tarde, fazemos uma caminhada até às grutas de Tilopa e Naropa, onde podemos entrar e sentar durante algum tempo em meditação, absorvendo a energia deste lugar. Aqui, Naropa recebeu treinos e ensinamentos do seu Guru, Tilopa, atingindo o conhecimento e iluminação perfeitos.

As grutas ficam em frente ao sagrado rio Bagmati – que corre para o célebre Ganges, na Índia. Para chegarmos até aqui, tivemos de entrar num complexo Hindu, Património Mundial da Unesco, que visitamos agora. Não podemos entrar no templo principal (exclusivo só para Hindus), mas visitamos os outros pequenos templos, grande parte deles dedicados a Shiva.

Nos Ghats – degraus que levam ao rio -, ardem corpos a céu aberto. Estamos perante um crematório Hindu, onde as famílias assistem à total cremação dos corpos dos seus familiares, que viram cinza em algumas horas. Algumas mulheres gritam, outras desmaiam e são levadas em braços. Testemunhamos a morte, uma forma de contemplar a impermanência. Mas estamos também cercados pela vida: há quem lave um saree no rio, os macacos roubam alguma coisa, os cães bebem água do rio, os Sadhus – ascetas yogis – mendigam.

Ao final do dia, sentamo-nos na margem do rio, e assistimos ao Aarti. Esta é uma importante e impactante cerimónia Hindu que envolve fogo, rituais, cânticos e oferendas.Jantamos e recolhemo-nos.

Alojamento: Guest House **

Dias 5 - Nepal: Boudhanath – Parque Natural - Boudhanath

Começamos o dia com uma sessão de meditação, aliás como quase todos os dias desta viagem e, depois do pequeno-almoço, saímos em direção a um parque natural. Depois de uma caminhada introspetiva de cerca de 1 hora, na natureza, só a escutar o silêncio e os sons da vida animal, chegamos a um mosteiro, isolado, onde vivem algumas monjas, muitas delas ainda crianças.

Almoçamos com elas, por entre olhares e risos curiosos e simultaneamente envergonhados. A comida é simples (arroz, caril e dhal), mas saudável, como é sempre a comida dos mosteiros.

Passamos algum tempo aqui, em contemplação, temos mais uma sessão de estudo com Paulo Borges. Observamos os macacos e as estratégias que as Monjas encontraram para conviver com eles. Ao fim do dia, voltamos a descer por entre a natureza, em direção ao “mundo real”.

Jantamos e recolhemo-nos.

Alojamento: Guest House *** | Horas em viagem: 05:00 (estimativa) | Dificuldade caminhada: Fácil

Dia 6 Nepal / Butão: Boudhanath – Thimphu

De manhã, temos mais uma sessão de estudo com Paulo Borges. Às 11:30, almoçamos no refeitório do mosteiro onde estamos alojados. Dirigimo-nos ao aeroporto e dizemos “até já” ao Nepal. Vamos, finalmente, para o Butão, o país que se regere pelos índices de Felicidade Interna Bruta (FIB) em vez de pelos do Produto Interno Bruto (PIB)!

Depois de uma surpreendente viagem por entre as cordilheiras cheias de neve dos Himalaias, onde temos a sensação de estarmos no topo do mundo, chegamos a este país tão especial e místico.

Percebemos, logo no aeroporto, como o Butão é bem diferente de tudo aquilo que já conhecemos (e tão diferente do que vimos no Nepal). Mas, se estivermos atentos, vamos perceber durante esta viagem que há muitos mitos que chegam até nós sobre este que é considerado o “Reino da Felicidade” e que Shangri-la não pode existir, pelo menos neste mundo actual. Mas que o Butão é especial, é.

À saída do aeroporto, somos recebidos calorosamente com um “Kuzuzampô-la” – a saudação tradicional -, pelo nosso guia que enverga o traje masculino tradicional, o Ghô – uma espécie de “kimono” até aos joelhos. Descobrimos rapidamente que todas as pessoas usam esse traje – ou a Kira, no caso das mulheres – no dia-a-dia.

Viajamos até Thimphu, onde chegamos ao final da tarde, a tempo de um pequeno passeio pelas ruas da capital do Butão, antes do jantar. Recolhemo-nos cedo.

Alojamento: Hotel *** | Horas em viagem: 03:00 (estimativa)

Dia 7 - Butão: Thimphu – Gangtey Valley

Começamos o dia bem cedo. Visitamos um Stupa, onde muitos Butaneses vão diariamente fazer as suas práticas (mantras, prostrações, kora). Esta é uma das estruturas Budistas mais visíveis de Thimphu, visitada por todos, turistas e locais. A seguir vamos a um amplo complexo com uma gigante estátua de Buda Shakyamuni, a maior do mundo na posição sentado. Segundo uma profecia de Padmasambhava, uma estátua de Shakyamuni seria construída na região entre Wong e Paro, concedendo bênçãos de paz e harmonia ao mundo.

Dirigimo-nos depois para uma pequena vila, onde almoçamos. Visitamos um templo dedicado à fertilidade, do mestre não convencional Drukpa Kunley, conhecido por “Divine Madman”. Explicam-nos as práticas e rituais que são feitos aqui, tão diferentes dos habituais.

No mosteiro, fazemos girar moinhos de oração (aliás, como tantas vezes durante esta viagem), uma prática que se for feita com o estado mental correcto, traz inúmeros benefícios.

Continuamos a viajar, em direção à HomeStay onde vamos jantar e ficar alojados nas próximas duas noites. São casas simples de famílias que recebem hóspedes. Estamos num vale encantador, onde as casas mantêm a arquitectura tradicional – aliás como quase todas no Butão. Aqui não temos grande conforto, nem sequer há água quente a sair da torneira (trazem-nos baldes de água quente, a pedido). Sentamo-nos no chão da cozinha, como se fôssemos da família, conversamos, fazemos perguntas, respondemos a questões, enquanto bebemos uma chávena de chá bem quente.

Alojamento: Homestay * | Horas em viagem: 05:00 (estimativa)

Dia 8 - Butão: Gangtey Valley

Tomamos o pequeno-almoço e, a seguir, vamos até um Mosteiro, onde nos encontramos com um Monge que nos vai orientar e acompanhar. Aqui, assistimos a um ensinamento sobre o Dharma de Buda, almoçamos e, se for um dia auspicioso, penduramos algumas Bandeiras de Oração.

Visitamos alguns locais sagrados secretos, relacionados com um Mestre da Escola Nyingma do Budismo Tibetano. Bebemos um pouco de água fresca de nascentes que nos dizem ter poderes curativos. Os animais andam soltos, tranquilamente pastam e vagueiam, sem medo. Nós passamos por entre eles e dirigimo-nos até uma floresta onde podemos contemplar uma árvore mais imponente do que todas as outras, sagrada. E que dizem estar… invertida. Fazemos algumas circum-ambulações em torno da árvore, contemplamos e regressamos.

De seguida, visitamos o pequeno e simples Mosteiro da aldeia, onde temos uma sessão de estudo com Paulo Borges. No final, voltamos à Homestay onde estamos e ajudamos na preparação do jantar.

Alojamento: Homestay * | Horas em viagem: 01:30 (estimativa)

Dia 9 - Butão: Gangtey Valley – Paro

Saímos bem cedo, depois de nos despedirmos calorosamente da acolhedora família que tão bem nos recebeu.

Dirigimo-nos a Paro. A meio da viagem, paramos para visitar um dos mais antigos Mosteiros do Butão. Temos de fazer uma caminhada de cerca de 1h30 para lá chegar, mas vale a pena, até pelo caminho, que é encantador. Encontramos várias frases inspiradoras com importantes ensinamentos, pelo caminho, que nos podem ajudar a manter o estado mental correcto. Na descida, visitamos um minúsculo templo cravado na rocha. Para chegarmos até ele, temos de entrar dentro da rocha, por escadas de madeira construídas em estreitos caminhos. Entramos numa gruta de meditação, onde somos avisados que só os virtuosos conseguem passar. Chegamos ao templo, que fica por baixo de um outro templo secreto ao qual não temos acesso. Sentamo-nos em meditação.

Ao final do dia, chegamos a Paro, para jantar.

Alojamento: Homestay | Horas em viagem: 06:30 (estimativa) | Dificuldade caminhada: Média

Dia 10 - Butão: Paro

Partimos de madrugada para uma caminhada até ao Ninho do Tigre, o mais famoso templo do Butão. Este sagrado complexo foi construído na gruta onde se diz que Guru Padmasambhava meditou durante três anos, três meses, três semanas, três dias e três horas, no século VIII.

A caminhada não é fácil, mas lentamente, com tranquilidade, vamos conseguir. Quanto mais nos aproximamos e começamos a ver o Ninho do Tigre, mais motivados ficamos. No entanto, se alguém do grupo não quiser ir, haverá um plano alternativo.

Finalmente chegamos ao topo, depois da reta final por uma escadaria que primeiro desce – aliviando-nos – e depois sobre – desafiando-nos mais um pouco. Visitamos calmamente todo o complexo. Por fim, num templo mais sossegado, temos uma sessão de estudo com Paulo Borges.

Regressamos pelo mesmo caminho, paramos para almoçar, e de seguida vamos visitar outro Mosteiro, um dos mais antigos templos do Butão, onde se acredita que Padmasambhava escondeu muitos tesouros espirituais.

Para terminar este dia intenso, vamos até uma quinta onde podemos tomar um tradicional banho de pedras quentes. Podemos relaxar, beber um chá e, até, experimentar tiro ao arco, o desporto nacional do país.

Jantamos no hotel onde estamos.

Alojamento: Hotel **** | Horas em viagem: 1:30 | Dificuldade caminhada: Elevada

Dia 11 Butão / Nepal: Paro – Boudhanath

Saímos uma vez mais bastante cedo, depois do pequeno-almoço, já com as malas. Visitamos mais um mosteiro, onde temos uma pequena sessão de estudo com Paulo Borges, e partimos para o aeroporto. Despedimo-nos do Reino do Butão, depois de alguns dias intensos, mas muito significativos.

Aterramos em Catmandu ao início da tarde e dirigimo-nos para Boudhanath, ficamos na Guest House onde já estivemos antes.

Temos algumas horas livres para relaxar antes do jantar de despedida de Paulo Borges, que regressará amanhã a Portugal, num restaurante com uma vista privilegiada para o Stupa.

Alojamento: Guest House *** | Horas em viagem: 00:30 (estimativa)

Dia 12 - Nepal: Boudhanath

De manhã, recebemos alguns preciosos ensinamentos num Mosteiro em Boudhanath. Almoçamos na cantina com os monges. A tarde é livre. Podemos aproveitar para fazer as últimas compras ou, se quisermos, visitar algum outro local.

Jantamos e recolhemo-nos.

Alojamento: Guest House ***

Dia 13 - Nepal: Boudhanath

Logo a seguir ao pequeno-almoço, saímos em direção ao aeroporto.

Horas em viagem: 00:30 (estimativa)

Dia 14 - Portugal: Lisboa

Chegamos a Portugal com motivação renovada para prosseguirmos o caminho do Dharma.

Convidado especial: Paulo Borges

Paulo Borges segue a via do Buda desde 1983 segundo as tradições Nyingma e depois Kagyu do budismo tibetano, tendo actualmente como principal mestre Mingyur Rinpoche.

Integra a partir de 2012 os ensinamentos de Thich Nhat Hanh da escola Linji (Rinzai) do budismo Ch’an / Zen. É também aluno do médico e professor budista tibetano Nida Chenagtsang.

Integra grupos de estudo e prática internacionais, bem como os programas de formação da Comunidade Internacional de Meditação Tergar, sob a orientação de Mingyur Rinpoche. Co-coordenador do Grupo de Prática Tergar de Lisboa. Professor de meditação e filosofia budista desde 1999, tem orientado centenas de aulas, cursos, workshops e retiros em todo o país. Professor de Filosofia da Religião, Pensamento Oriental e Filosofia e Meditação na Faculdade de Letras Universidade de Lisboa. Professor de Medicina e Meditação na Faculdade de Medicina da Universidade de Lisboa. Cofundador e ex-presidente da União Budista Portuguesa (2002-2014). Ex-presidente e membro da Direcção da Associação Agostinho da Silva. Vice Presidente da Mesa da Assembleia Geral da Sociedade de Ética Ambiental. Cofundador e presidente do Círculo do Entre-Ser. Cofundador e presidente da MYMA, Associação para a Cultura Contemplativa. Cofundador dos Projectos Visão Pura e Viagens do Despertar, que visam promover a formação na área do desenvolvimento da consciência através de programas de formação online e presenciais, de imersões na natureza, de retiros, de viagens, entre outros.

Tradutor de livros budistas e autor e organizador de 54 livros, entre os quais O Budismo e a Natureza da Mente (2006, com Carlos João Correia e Matthieu Ricard), O Buda e o Budismo no Ocidente e na Cultura Portuguesa (organizador, com Duarte Braga) (2007), Descobrir Buda (2010), Quem é o Meu Próximo? (2014), O Coração da Vida. Visão, meditação, transformação integral (guia prático de meditação) (2015), Do Vazio ao Cais Absoluto ou Fernando Pessoa entre Oriente e Ocidente (2017), Meditação, a Liberdade Silenciosa. Da mindfulness ao despertar da consciência (2017) e Vazio e Plenitude ou o Mundo às Avessas (2018).

Notas:
1) Este programa está sujeito a alterações, dependendo de condicionantes relacionadas com factos alheios à organização, não perdendo, no entanto, nunca a sua essência. 
2) A organização não acompanha o grupo nos voos internacionais entre Portugal e o Nepal, mas estará no primeiro dia à espera do grupo no Aeroporto Internacional de Catmandu. No último dia, a organização despede-se do grupo no Aeroporto. 3) Paulo Borges, convidado deste programa, que facultará sessões de meditação e estudo do texto Natural Liberation, de Padmasambhava, acompanhará o grupo apenas até dia 09/Dezembro. 4) As roupas utilizadas, em todos os locais onde vamos estar, assim como a conduta de cada viajante, devem respeitar os costumes e a cultura local. 5) As refeições são sempre tradicionais – Tibetanas, Nepalesa e Butanesa – e poderão ser picantes. Algumas refeições são feitas em restaurantes de beira de estrada, em casas de famílias e em mosteiros. 6) Alguns alojamentos são muito simples, podendo não ter as condições de limpeza e conforto a que estamos habituados, mas fazem parte da experiência (nomeadamente a Homestay no Butão). Pede-se genuíno interesse por receber ensinamentos, por praticar e por visitar lugares sagrados. Esta não é uma viagem turística. 7) Somos uma empresa comprometida com Turismo Sustentável, assim pedimos que leia o nosso guia de boas práticas (aqui), para que possa ser um viajante cada vez mais consciente. 8) As viagens que organizamos são vegetarianas. Nos buffets, por vezes existem algumas opções não vegetarianas (para outros clientes / hospedes), quando isso acontecer, pedimos que respeite o cariz vegetariano desta viagem e que opte apenas por alimentos que não incluam carne nem peixe. 9) Recomendamos que, antes de se inscrever, leia os nossos “Termos e Condições” (aqui) e veja “Quem somos” (aqui).

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